1.6.09

"Coisas que me tiram do sério" - 4º capítulo

Depois de um intervalo bem maior que o programado (não foi pra aumentar o suspense, juro!!!), finalmente consegui tempo pra seguir com esta "análise em grupo", contando mais um pouco sobre o que me tira do sério.

Decidi continuar falando sobre as pessoas inconvenientes. Aquele tipo de gente que tem em todos os lugares e que estão todas unidas por um único motivo: Me tirar do sério!

Existem locais e eventos que evito ao máximo, até por saber que não existe vida inteligente. Por exemplo: festas e eventos em locais muito pequenos, onde no final das contas, é possível até mesmo distinguir marcas de cigarro, só pela quantidade de fumaça... Não é possível que, ainda hoje, a gente discuta sobre esse tipo de ignorância. Quer fumar, fume, mas não me obrigue a isso também!

Além disso, existem aqueles lugares onde tudo é totalmente avesso ao que você gosta. Costumo dizer que a minha visão de inferno é uma praia cheia de gente, num domingo insuportável de sol, com crianças chatas e mal educadas, brincando (e berrando) à minha volta. Além disso, uma meia dúzia de sujeitos barrigudos, sem camisa, bebendo cerveja e assando carne enquanto dançam com suas esposas escandalosas todos os sucessos de Victor e Léo ou qualquer outra dupla genérica.
Se quando eu morrer, não acordar num ambiente assim, estarei certo de que fui uma boa pessoa em vida...

Bom, mas o problema maior não são esses lugares e pessoas que eu posso evitar; mas sim, aqueles que não há como fugir. Exemplo: O cara que tá assistindo um show da minha banda e grita "Toca Raul!!" (como me dá vontade de sacanear, ameaçando tocar uma música do Raul Gil, anunciando que o pedido foi daquele cidadão...); depois, lá pelo fim da noite, esse mesmo sujeito inventa de querer cantar junto... Quer subir no palco pra ter seus 15 minutos de fama (se bem que em 15 minutos daria pra tocar bem mais que uma do Raul; talvez uma 4 músicas! Ai, minha safena!!). Desse tipo de situação não há como fugir...

Acho que deveriam fazer uma espécie de teste pra que fosse permitida a entrada das pessoas em certos ambientes. Um exame de chatice! Olha que bacana!! O cidadão faria o teste e seria encaminhado pra um local onde todos se comportariam como ele! E então? É algo a se pensar! (Só espero que não diminua o número de leitores do sanatório depois dessa...)

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